segunda-feira, 24 de junho de 2013
sábado, 8 de junho de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
PAZ : Missão (quase) impossível
por Roberto Perche de Menezes - robertoperche@terra.com.br
Paz
não é um sentimento ou uma sensação. Paz é um estado. Não se sente paz.
Fica-se em paz. E talvez seja o estado mais evoluído e difícil de ser
alcançado.
Em sua dimensão plena paz é um estado para ser alcançado, provavelmente, após existências. Isso, se se entender paz não somente como a ausência de conflito armado, mas como a ausência de todo tipo de conflito. Ausência de conflito de você com você mesmo. Ausência de conflito com seus entes queridos, os mais próximos e os mais distantes, com seus amigos e familiares. Ausência de conflito em seus locais de estudo, de trabalho, de convivência social.
E tudo começa dentro de você...
Para você estar em paz consigo mesmo é necessário que supere, em seu interior, sentimentos como inveja, ressentimentos, ganância, rancores, preconceitos, preguiça, mágoas. É preciso se livrar de vícios, físicos e espirituais. É necessário não se apequenar perante os poderosos, nem se amesquinhar com os mais fracos. E mesmo que consiga tudo isso, ainda assim não terá paz interior. É necessário, também, que desenvolva sentimentos como amor, tolerância, fraternidade, solidariedade. É necessário que aprenda o perdão e cultive a amizade. Que se acostume a ter esperança e pratique a compreensão, sem ser conivente ou fraco com a maldade. Não se perca na autopiedade ou no excesso de sensação de culpa. Um "não" no momento correto é mais construtivo que muitos "sim" levianos e impensados.
Para conseguir isso tudo em seu interior rumo à paz, fudamentalmente é necessário ter fé. Uma fé raciocinada, trêmula por vezes, mas... fé. Uma fé que pode fraquejar, posto que é humana. Uma fé que não seja cega para não se transformar em fanatismo e não ser manipulada por charlatães ou outros fanáticos. Uma fé que não queira modificar o mundo. Entenda que o mundo é um ser vivo em constante mutação. Mas se você modificar o seu interior, rumo à paz, o mundo exterior à sua volta se modifica para se adaptar à nova energia que emana de você. O Universo passa a conspirar a seu favor. E a ausência de conflitos interiores se reflete na cessação de conflitos exteriores com as pessoas com as quais você se relacionar. E poderá ajudá-las a modificar seus interiores também.
Toda essa transformação externa principia com uma modificação interna. E essa transformação extraordinária, ciclópica, poderá ser difícil, quase impossível, de ser feita em uma única existência. Não se incomode com isso. Ela será feita a partir do instante em que você decidir fazê-la. Não se incomode se não se lembrar quando ela teve início. Faça!
Uma simples peça de roupa de algodão teve seu início em alguma plantação de algodão com o milagre da germinação da semente enterrada. Com a floração, a colheita e o ensacamento do algodão bruto. Que foi transportado para uma fiação, onde resultou em rolos de fios. Que foram transportados para uma tecelagem, onde foram tecidos e viraram fardos de pano. Que foram tingidos, ou não, e transportados para uma confecção. Onde foram cortados, costurados e transformados em camisas, calças ou moletons. Que foram embaladas e enviadas aos distribuidores, que as revenderam às lojas, onde você as comprou. E qualquer etapa dessa construção, pode não se lembrar, ou mesmo não saber, das etapas anteriores.
Assim também é com sua modificação interior. Você pode não se lembrar ou não saber onde o processo se iniciou. Não importa. Fabrique a sua paz, passo a passo. Mesmo que leve tempo e o final pareça não estar visível.
Não creio que isso tudo seja mero exercício de filosofismo. Por isso mesmo, que a paz esteja convosco. Que você esteja em Paz.
Em sua dimensão plena paz é um estado para ser alcançado, provavelmente, após existências. Isso, se se entender paz não somente como a ausência de conflito armado, mas como a ausência de todo tipo de conflito. Ausência de conflito de você com você mesmo. Ausência de conflito com seus entes queridos, os mais próximos e os mais distantes, com seus amigos e familiares. Ausência de conflito em seus locais de estudo, de trabalho, de convivência social.
E tudo começa dentro de você...
Para você estar em paz consigo mesmo é necessário que supere, em seu interior, sentimentos como inveja, ressentimentos, ganância, rancores, preconceitos, preguiça, mágoas. É preciso se livrar de vícios, físicos e espirituais. É necessário não se apequenar perante os poderosos, nem se amesquinhar com os mais fracos. E mesmo que consiga tudo isso, ainda assim não terá paz interior. É necessário, também, que desenvolva sentimentos como amor, tolerância, fraternidade, solidariedade. É necessário que aprenda o perdão e cultive a amizade. Que se acostume a ter esperança e pratique a compreensão, sem ser conivente ou fraco com a maldade. Não se perca na autopiedade ou no excesso de sensação de culpa. Um "não" no momento correto é mais construtivo que muitos "sim" levianos e impensados.
Para conseguir isso tudo em seu interior rumo à paz, fudamentalmente é necessário ter fé. Uma fé raciocinada, trêmula por vezes, mas... fé. Uma fé que pode fraquejar, posto que é humana. Uma fé que não seja cega para não se transformar em fanatismo e não ser manipulada por charlatães ou outros fanáticos. Uma fé que não queira modificar o mundo. Entenda que o mundo é um ser vivo em constante mutação. Mas se você modificar o seu interior, rumo à paz, o mundo exterior à sua volta se modifica para se adaptar à nova energia que emana de você. O Universo passa a conspirar a seu favor. E a ausência de conflitos interiores se reflete na cessação de conflitos exteriores com as pessoas com as quais você se relacionar. E poderá ajudá-las a modificar seus interiores também.
Toda essa transformação externa principia com uma modificação interna. E essa transformação extraordinária, ciclópica, poderá ser difícil, quase impossível, de ser feita em uma única existência. Não se incomode com isso. Ela será feita a partir do instante em que você decidir fazê-la. Não se incomode se não se lembrar quando ela teve início. Faça!
Uma simples peça de roupa de algodão teve seu início em alguma plantação de algodão com o milagre da germinação da semente enterrada. Com a floração, a colheita e o ensacamento do algodão bruto. Que foi transportado para uma fiação, onde resultou em rolos de fios. Que foram transportados para uma tecelagem, onde foram tecidos e viraram fardos de pano. Que foram tingidos, ou não, e transportados para uma confecção. Onde foram cortados, costurados e transformados em camisas, calças ou moletons. Que foram embaladas e enviadas aos distribuidores, que as revenderam às lojas, onde você as comprou. E qualquer etapa dessa construção, pode não se lembrar, ou mesmo não saber, das etapas anteriores.
Assim também é com sua modificação interior. Você pode não se lembrar ou não saber onde o processo se iniciou. Não importa. Fabrique a sua paz, passo a passo. Mesmo que leve tempo e o final pareça não estar visível.
Não creio que isso tudo seja mero exercício de filosofismo. Por isso mesmo, que a paz esteja convosco. Que você esteja em Paz.
sábado, 16 de março de 2013
ARTIGO - Dr. ROBERTO PERCHE DE MENESES
Relação terapeuta -
paciente
Nos muitos anos em que ministrei aulas nos
cursos de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, sempre procurei passar aos
alunos, além das informações técnico-cientificas que eram minha obrigação,
alguma coisa a mais.
Uma das coisas que me lembro de comentar
para os alunos era a relação terapeuta-paciente. Uma relação complexa, difícil,
fascinante. Uma relação que dificilmente é de igualdade, pois de um lado há alguém precisando de ajuda. Do outro,
algum tentando ajudar. Mas se essa
relação dificilmente é de igualdade ela sempre deve ser de Respeito e de Amor.
Embora minhas dicas, digamos
assim, fossem dirigidas a futuros fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais,
alguma coisa delas talvez possa ser útil para qualquer pessoa que venha a
lidar, ou esteja lidando, com pessoas com problemas físicos, mentais ou
espirituais. Assim, vamos lá.
Preparo.
Se você vai lidar com a Saúde de alguém, antes de mais nada, prepare-se
bem, antes de fazê-lo. Prepare-se muito bem. Tecnicamente, emocionalmente e
culturalmente. Não mexa com a Saúde de alguém sem estar preparado para isso.
Leia muito, observe bastante, treine antes, ouça sempre.
Distanciamento
Mantenha sempre distanciamento dos problemas do paciente. Não se envolva
emocionalmente. Nunca se envolva com os problemas do paciente. Os problemas
dele são dele. E ele é quem tem que resolvê-los, ainda que com ajuda, sua ou de
outrem. E isso não significa frieza ou desamor. Significa, sim, maturidade e
preparo. Você, com certeza, tem os seus próprios problemas, que você terá que
resolver.
“-Ah, mas eu me envolvo, sabe!
Sou muito emotivo. Coloco-me no lugar dela e fiquei com muita pena, sabe?"
Pare. Isso nada mais é que imaturidade e despreparo, técnico e
emocional. Não atenda mais ninguém, vá estudar, amadurecer e se preparar, e só
volte a atender quando estiver apto a ajudar, e não a atrapalhar. É comum um profissional que se sinta
despreparado, tecnicamente, tentar conquistar a simpatia do paciente pelo lado
afetivo, como que para disfarçar seu desconhecimento. O paciente veio procurar um profissional
para ajudá-lo e orientá-lo, com conhecimento, educação, firmeza e amor
fraterno. Os parentes, amigos e vizinhos
talvez já estejam fazendo o papel de confidentes e, quem sabe, de cúmplices em
alguma fuga do tratamento correto.
Humildade (sem submissão incompetente).
Lembre-se que você não sabe tudo. Ninguém
sabe tudo. Eventualmente poderá ser necessário e prudente dizer "não sei,
mas posso me informar". Eventualmente também, você poderá até errar. Todo mundo erra.
Noção holística
Lembre-se que você estará exercendo uma, das múltiplas formas de
tratamento existentes. Não existe panaceia.
Não existe uma terapia que cure tudo e todos.
Se você verificar que o problema do paciente não é da alçada do seu tipo
de tratamento, encaminhe-o. Por
ex.: para uma apendicite supurada não
adianta passe, injeção ou massagem. Há que fazer uma cirurgia.
Paciência
Não tenha pressa enquanto estiver atendendo. Não há que se demorar mais
que o necessário, mas se você estiver com pressa (algum compromisso seu; sala
de espera lotada; horário atrasado) a chance de você errar aumenta muito. Um paciente pode até reclamar de ter
esperado muito para ser atendido. Mas passa, se for bem atendido. Mas ele irá reclamar para sempre se o
atendimento for errado ou mal feito.
Recompensa
Não tenha receio ou vergonha de receber honorários se o atendimento for
particular. É a sua profissão, você se preparou para isso e depende disso. Um
dono de loja também não se envergonha de cobrar pelo produto que vende. Também não tenha receio de dar desconto, se a
pessoa necessitar/merecer e se você achar correto, ou de não cobrar nada se o
paciente necessitar ou se seu trabalho for voluntário. Mas nunca faça diferença
entre os atendimentos. Lembre-se que a opção foi sua, e em qualquer atendimento
deve dar o melhor de você mesmo. Sempre.
Sigilo
Não comente os atendimentos que fez. Só isso.
Maturidade
Não ria dos comportamentos ou histórias dos pacientes. O ser humano, por
natureza, é tragicômico, ou seja, a mesma situação que dá para rir também dá
para chorar. Depende somente de que lado você está. É só "questão de peso
e medida, problema de hora e lugar, pois tudo são coisas da vida".
Personalidade
Com o tempo e a experiência, você adquirirá um modus operandi próprio,
ou seja , a sua marca pessoal de atendimento, que em verdade e se possível,
também poderá ser sempre aprimorada.
Apenas não fuja dos códigos de ética e moral, e não "invente"
tratamentos. Poderá, claro, até criar
uma técnica nova, mas apresente-a nos fóruns adequados para ser analisada e
aprovada.
Felicidades.
Dr. Roberto Perche de Meneses - médico radiologista, escreveu o
livro "Vila Pequena", é colaborador do site Somo Todos Um,
"Clube Stum" - com artigos revigorantes, sensíveis, vale a pena
lê-los, para isso entre no site http://somostodosum.ig.com.br/c.asp?i=7655&s=1
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
UNINDO ESFORÇOS
Para a espiritualidade maior não existem títulos ou posições, mas espíritos irmãos em tarefa de propagar o bem. Assim, sejamos unidos no esforço de trabalhar no Evangelho de Jesus, Eterna Luz que jamais se apaga.
Levemos a luz de Jesus a todos os lugares, principalmente nos becos onde ainda reina o desespero.
Sejamos os focos de esperança e de amor! Estejamos comprometidos com os princípios exemplificados por Jesus.
Afastemos as discórdias e implantemos a cooperação, unidos, trilhamos a longa estrada com mais segurança.E nessa caminhada, esforcemo-nos pela transformação moral, renascemos justamente para isso. Essa empreitada não será concluída se não houver constante perseverança.
Deslizes ainda podem ocorrer, mas cada vez que aliarmo-nos à reflexão diária das nossas ações, aprendendo a silenciar e auscultar apenas nossa alma, estaremos equilibrando nosso Espírito e nos fortalecendo para prosseguir no trabalho de renovação espiritual.
Não esqueçamos da imensa importância de ao acordar buscarmos a proteção divina e lembremos que os amigos espirituais estarão a nos acompanhar e nos inspirar durante todos os minutos que se seguem.
Pensemos neles quando tentados a compartilhar as maledicências.O teor das nossas conversações determina qual faixa de espíritos nos fará companhia.
Esforcemo-nos em disciplinar nossa fala, pensamentos e sentimentos. A missão pode parecer complicada, mas jamais impossível.Aliás, no atual estágio espiritual em que nos encontramos, ainda muito necessitamos da disciplina, para que não venhamos cair nos abismos dos enganos nem tampouco abrir as portas para influências negativas que sorrateiramente tentam minar as ações do bem.
Não devemos temer nem desprezar a disciplina, mas devemos coroá-la com a áurea do amor, afinal sem esse sentimento, nenhuma obra pode se concretizar.
O amor é a mãe da cooperação, da união, do respeito e de tantos outros sentimentos que nos elevam até a Providência Divina.
Trabalhemos por esse amor! Somos Espíritos que antes de reencarnar assumimos compromissos na espiritualidade maior, retornamos com tarefas a serem cumpridas, nada ocorre em vão. Cada qual encontra-se na posição e situação necessária ao seu crescimento espiritual, assim como, na melhor maneira de utilizar-se dos recursos de que dispõe.
Não deixemos que as ferramentas enferrujem, trabalhemos na lavoura, semeando principalmente a fraternidade.
Sejamos companheiros de jornada, ombreando uns aos outros! Alguns estarão mais na frente, mas necessitados e muito do apoio dos que caminham ao seu lado ou um pouco mais atrás, afinal, um grande exército é composto do comandante e dos soldados.
O trabalho necessita da cooperação de todos! Mas o essencial é que não esqueçamos que o General é sempre Jesus! Voltemo-nos para suas orientações e não nos perderemos.
Destruamos as barreiras dos julgamentos e tornemo-nos pontes para que a misericórdia possa agir.
Que nossos olhos não sejam de malícias, mas irradiem misericórdia.
Que nosso sorriso não estampe o sarcasmo, mas sim, a compreensão.
Que nossa boca não se transforme em arma perigosa que extermina a esperança, mas sim, seja transmissora da fraternidade.
Que nossas mãos não fiquem amarradas à inércia doentia, mas sim, sejam instrumentos da Bondade Divina.
Decerto muito temos a evoluir, quantos resquícios de vaidade ainda habitam nosso ser? Mas a vaidade jamais será vencida apenas através do conhecimento do Evangelho, é primordial que seja combatida através da prática constante dos ensinamentos de Jesus.
Todos nós, Espíritos imperfeitos, trazemos o orgulho adormecido, esperando apenas as oportunidades de se manifestar. E na maioria das vezes, ele se manifesta nos mínimos detalhes, que muitas vezes, nem percebemos.
Vigilância! E essa só é possível quando derrubamos as barreiras e de alma aberta nos aproximamos dos ensinamentos de Jesus, afinal, grande é a diferença entre conhecer o Evangelho e vivenciá-lo.
De fato não somos espíritos perfeitos, mas já detentores de luz suficiente para discernirmos qual o caminho do bem.
Abastecemos nossa luz com a oração, com leituras edificantes e acima de tudo com a prática da caridade. É desse modo que venceremos o receio e as dúvidas que tanto incomodam.
Cada um de nós, é banhado por ilimitados recursos, mas como usá-los torna-se tarefa das mais importantes. Encontramo-nos num campo de batalha, mas não olvidemos jamais que nossa única e eterna arma é o amor ensinado e exemplificado por Jesus.
Que todos os trabalhos possam ter a base segura do Amor!
Saibamos ser os tarefeiros que primeiramente abraçam o amor e certamente o restante que for necessário nos será oferecido pelo Alto.
A estrada é longa e repleta de percalços, mas nada haveremos de temer, a caravana dos companheiros espirituais, emissários do Senhor é imenso e conosco segue.
E não nos esqueçamos, que na Terra nos aproximamos com o mesmo ideal de evolução espiritual e de servir como co-criadores do Pai em sua grande obra.
Somos detentores de infinitos recursos, cuja finalidade é sempre auxiliar a espiritualidade maior na propagação do bem.
Abandonemos, portanto, o personalismo, o autoritarismo e implantemos, a humildade e o companheirismo.
Sejamos irmãos, levantemos a bandeira da cooperação!
Que a nossa luz possa brilhar e muito, mas sempre em nome do Cristo!
Unindo esforços, todos semearemos o seu amor!
E é o amor que dissipa as trevas!
Sigamos com Jesus e tarefeiros do bem possamos ser!
Sonia Carvalho
domingo, 17 de fevereiro de 2013
GRATIDÃO É O FERMENTO
por Nathalie Favaron - nathamm@terra.com.br
Finalmente, passamos o ano de 2012. Ufa!
Apesar de todas as previsões de acabar o mundo e suas
complicações decorrentes deste pequeno incômodo, chegamos ilesos ao Reveillon e
2013 começou após o Carnaval. Sinto-me, portanto, mais segura agora de fazer
uma análise do que vivemos.
Este ano que passou foi uma oportunidade incrível de
revisarmos, espontaneamente ou não, nossas crenças, relacionamentos, parcerias
e carreiras. O que precisava ser resolvido ou trazido à tona foi precipitado e
aflorou durante os meses que se passaram.
Casamentos que pareciam indissolúveis foram questionados, a
vocação intrínseca travou uma batalha com a carreira adotada, estruturas
aparentemente rígidas foram desconstruídas para depois receberem uma nova forma
mais leve e fluida. Reencontramos amigos antigos e nos despedimos de outros.
Pessoas antes desconhecidas tornaram-se importantes no dia a dia.
Podemos tomar um tempo para listar uma série de eventos que
fizeram deste ano de 2012 um desafio e tanto, fazendo jus à sua fama.
Mas prefiro e recomendo outra forma de terminar mais esta
etapa.
Agradecendo! Falo e repito para todos os meus clientes de
terapia e coaching, que a gratidão é o fermento. Todos sabemos que é o fermento
que faz crescer um bolo ou torta quando cozinhamos. E ficam lindos fofinhos,
redondos, destacando-se na forma.
Quanto mais fermento, mais ele cresce!
Então, vamos aproveitar a sabedoria tácita sobre esta mágica
do crescimento e vamos agradecer tudo que queremos fazer crescer mais, a partir
de agora.
Agradecer por mais um dia lindo de vida. Pela chuva que molha
o jardim e pelo sol que seca as roupas brancas no varal. Agradecer por todos os
meios de transporte que nos levam onde queremos ir diariamente. Agradecer pelo
teto que acolhe nossa família. E por tudo que tem dentro dele.
Há poucos séculos nem os reis e rainhas tinham banheiros nos
seus castelos. Que maravilha termos hoje a chance de abrir a torneira e tomar
um banho diariamente. Agradecer por todos os objetos que tornam a vida mais
prática no dia a dia. O fogão que cozinha os alimentos, a geladeira que os
mantém frescos, a cama que nos dá um descanso merecido todas as noites.
Agradecer por todas as pessoas que cruzaram nosso caminho trazendo lições
necessárias para nossa evolução. Aos animais de estimação que todos os dias nos
lembram que é possível amar incondicionalmente. Agradecer pelo trabalho que
possibilita o dinheiro para as necessidades cotidianas.
Muito Grata 2012!
Que comecemos o ano de 2013 com um doce sorriso nos lábio , o
coração fofinho e cheio de gratidão!
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